
05/07/2022
Durante uma expedição de rotina realizada todos os anos nas águas das Ilhas Aleutas, ao largo do Alasca, uma equipe de cientistas da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) avistou um peixe bastante raro: o peixe-caracol manchado (Crystallichthys cyclospilus), que se destaca dos demais por ser transparente.
“Esperava ver um desses pessoalmente há muito tempo”, postou, no Twitter, Sarah Friedman, bióloga de peixes da NOAA. Em entrevista para o portal Mashable, ela acrescentou que a equipe se deparou com 4 ou 5 em duas semanas de trabalho. “Eles são encontrados a cerca de 100 a 200 metros de profundidade. Uma pessoa comum nunca encontrará um desses animais.”
A espécie, que vive no fundo do mar, tem o corpo transparente e também avermelhado devido a uma adaptação que usa para se camuflar, com base nos comprimentos de onda da luz que passam pela água. Segundo o Mashable, a luz vermelha tem o comprimento de onda mais curto, o que significa que nunca atinge as águas profundas e escuras e, portanto, não ilumina o peixe-caracol manchado, os tornando praticamente invisíveis aos predadores.
Friedman relatou que estes animais têm outro recurso interessante: ventosas na parte inferior de seus corpos que os ajudam a se prenderem às rochas e a se manterem firmes em correntes fortes.
Fonte: Época Negócios
MPF pede R$ 10 milhões de indenização ambiental por danos causados durante a queda do helicóptero na Vista Chinesa
20/10/2026
Resgates de gambás crescem 141% em setembro em Niterói
20/10/2026
Ex-ministros fazem manifesto em defesa das unidades de conservação ambiental do Brasil
20/10/2026
Passeio Público ganha movimento com samba e feira aos domingos, mas enfrenta problemas de conservação e segurança
20/10/2026
Correios passam a coletar eletroeletrônicos gratuitamente
20/10/2026
De local de tiro a santuário, arquipélago de Alcatrazes (SP) renasce dez anos após decreto
20/10/2026
