
29/09/2022
Somente nos primeiros sete meses do ano, foram retiradas 140 toneladas de lixo dos manguezais de Gramacho, na Região Metropolitana do Rio, segundo o biólogo Mario Moscatelli, que há 25 anos dedica seu trabalho a recuperar o ecossistema. Ele conta que o mês com maior volume foi o de janeiro - remoção de 34 toneladas de dejetos.
“A efeito de comparação, nos outros meses foram recolhidas cerca de 18 toneladas de lixo. Em janeiro, o volume praticamente dobra em razão das festas de fim de ano e das chuvas de verão”, explica.
Moscatelli chama a atenção que a maior parte do entulho é formada por resíduos domésticos, atirado pela população nos rios Iguaçu e Sarapuí, que desaguam na Baía de Guanabara. Na alta da maré, o lixo transborda para os manguezais.
“A revitalização dos mangues seria muito mais rápida se houvesse consciência ambiental para o descarte correto dos resíduos”, avalia.
Até 2023, a expectativa é que sejam recuperados 104 hectares de área de mangues. Esse número poderia ser superior a 160 hectares se a equipe de Moscatelli não precisasse interromper o trabalho para remover o lixo.
Fonte: O Globo
Helicóptero lança ´chuva´ com 4 toneladas de sementes para reflorestar área de Mata Atlântica e recuperar palmeira ameaçada no ES
13/10/2026
Desmatamento cai 30% no cerrado e sobe 9% na amazônia em setembro
13/10/2026
Queimadas quase quadruplicam no Amazonas, e Manaus fica sob fumaça; entenda o cenário
13/10/2026
FAB envia aviões para ajudar no combate a queimadas no Amazonas
13/10/2026
Manaus atinge níveis graves de poluição por fumaça de queimadas
13/10/2026
Quando medir o ciclo não basta
13/10/2026
