
17/11/2009
A 1ª iniciativa de preservação ambiental no Rio de Janeiro surge da necessidade de proteção às nascentes que abasteciam a cidade, em fins do século XVIII, resultando posteriormente no reflorestamento da Floresta da Tijuca coordenado pelo Major Archer a partir de 1861.
Em 1902, sob a denominação de Inspectoria de Mattas, Jardins, Arborização, Caça e Pesca, foram unificadas as duas inspetorias, cuja sede é construída em 1909 pelo arquiteto Leon Gaubert, em estilo Luiz XV, no Campo de Santana.
Seu primeiro diretor foi Auguste François Marie Glaziou e por ela passaram nomes como Arquimedes José da Silva, Luis Rey, Paulo Villon, Azevedo Neto, Nélson Muniz Nevares, Luiz Emygdio de Mello Filho, Fernando Magalhães Chacel, Vitor Olaf Prochinick e Renato Primavera Marinho, entre outros que contribuíram para a construção da imagem da Cidade.
Em 1940, torna-se o Departamento de Parques da Secretaria Municipal de Obras, tendo como atribuições a implantação e conservação de parques e praças, monumentos, chafarizes e coretos, a instalação de playgrounds, o reflorestamento, a arborização e a produção de espécies vegetais destinadas aos logradouros públicos.
Hoje, a Fundação Parques e Jardins é responsável pela administração dos parques, planejamento, paisagismo, projetos, arborização, reflorestamento, além dos Atos Normativos referentes às questões relativas às praças, parques e manejo da arborização, conforme editado no Decreto nº 28.981 de 31/01/2008.
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