
08/03/2010
Se for descartado de qualquer jeito, coloca em risco a saúde de muita gente e do planeta. Mas dar um destino ecologicamente correto ao lixo eletrônico pode não ser tão fácil assim.
Sabe aquela TV quebrada, aquele computador ultrapassado que não serve para mais nada? Um relatório da ONU revelou que o Brasil é o país emergente que produz o maior volume de lixo eletrônico por habitante. O Fantástico mostra que não é nada fácil dar cabo dessas tranqueiras.
Impressora quebrada, secretária eletrônica antiga e o rádio-relógio: tudo isso é lixo eletrônico. São 40 milhões de toneladas por ano, no mundo inteiro. “Todos esses aparelhos velhos contêm materiais tóxicos dentro”, explica Ana Maria Luz, ambientalista do instituto GEA.
Ou seja: se forem descartados de qualquer jeito, colocam em risco a sua saúde e a do planeta. Só que dar um destino ecologicamente correto ao lixo eletrônico pode não ser tão fácil assim.
Veja no site do Fantástico, testes realizados em 3 capitais brasileiras
Veja dicas do Instituto Gea para se livrar do lixo eletrônico:
http://www.institutogea.org.br/elixo.html
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