
13/07/2010
Já se perguntou para onde é destinado o lixo que colocamos para fora de nossas casas? E o lixo químico, biológico, infectante, perfurocortante e nuclear, descartado pelos laboratórios de pesquisa e pelos hospitais? De acordo com a lei municipal nº 3.273, de 2001, que dispõe sobre as questões relacionadas a todo e qualquer tipo de rejeito produzido, atendendo às resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), "os resíduos sólidos, gerados por qualquer pessoa física ou jurídica, são considerados propriedade privada, permanecendo, portanto, sob sua inteira responsabilidade até a disposição final". Pensando nisso, Elmo Rodrigues da Silva, professor do Departamento de Engenharia Sanitária e do Meio Ambiente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), vem desenvolvendo junto com uma equipe, a proposta de um modelo de gerenciamento integrado das diversas classes de resíduos do Pavilhão Reitor Haroldo Lisboa da Cunha (PHLC), no campus Francisco Negrão de Lima. Ali funcionam os laboratórios do Instituto de Química (IQ) e parte do Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes (Ibrag).
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