
12/03/2024
Buscando ampliar a cobertura vegetal de Fortaleza, a prefeitura da capital do Ceará pretende plantar cerca de 38 mil novas árvores. O plantio teve início em fevereiro e seguirá ao longo do ano.
Toda a extensão da avenida Doutor Silas Munguba foi beneficiada com o plantio de 100 mudas. O ipê-amarelo, árvore símbolo de Fortaleza, foi uma das espécies plantadas, além de pata de vaca, sibipiruna, oiti e guanandi -, todas arbóreas nativas.
Além de ruas e avenidas, áreas verdes, praças, parques e equipamentos públicos também serão beneficiados pela ação da gestão municipal, seguindo as diretrizes do Plano de Arborização de Fortaleza.
A ação contempla o plantio de mudas entre pequenas, semiadultas e adultas, por meio de iniciativas coordenadas por Autarquia de Urbanismo e Paisagismo de Fortaleza (UrbFor), Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma) e Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinf).
Segundo o diretor de conservação e monitoramento da Urbfor, Raphael Martins, especificamente para este ano a Autarquia fará o plantio de 12 mil mudas produzidas no Horto Municipal. Esse quantitativo se soma ao das outras pastas municipais, totalizando cerca de 38 mil novas árvores.
“A gente identifica os locais, seguindo o que está determinado pelo plano de arborização. Essas mudas serão plantadas em todas as regionais, parques, praças e avenidas, conforme os critérios estabelecidos para que daqui a alguns anos a gente tenha o complemento e a implementação dessas mudas na cobertura vegetal do nosso município”, explica.
A Prefeitura de Fortaleza também fará a recomposição da área arborizada de lugares onde foi registrado queda de árvores. Para isso, equipes da Urbfor estão mapeando todas as ocorrências para que, após o recolhimento, seja realizado um levantamento técnico para analisar a viabilidade para o plantio de novas mudas no local.
O plantio de árvores nas cidades é uma estratégia eficaz para lidar com vários desafios atuais, tais como a poluição do ar (que mata milhares de pessoas por ano), as ondas de calor cada vez mais frequentes, entre outras consequências das mudanças climáticas.
Fonte: CicloVivo
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