
30/05/2012
O fechamento do Aterro de Gramacho, que acontecerá no dia 01 de junho, está sendo comemorado por ambientalistas, mas não significa ainda o fim dos problemas no estado. Pelo menos 30 municípios contam com lixões sem tratamento para evitar a contaminação do solo ou de rios próximos. A situação é preocupante no Noroeste Fluminense, que concentra metade das cidades que têm ainda lixões. Um aterro sanitário está previsto para a região e deve ser implantado até 2014, meta da Secretaria estadual do Ambiente para erradicar todos os lixões e fazer com que os 92 municípios do Rio deem destino adequado aos seus resíduos.
— Quando se fala em 30 municípios com lixões, parece muito, mas é preciso ver a quantidade de lixo que vai parar nestes locais. Em 2010, somente 12% do lixo produzido no estado iam para aterros sanitários. Hoje, já temos 86% — diz Carlos Minc, secretário do Ambiente.
A mudança foi possível graças à implantação de 19 aterros sanitários (outros três estão em fase de finalização). Neles, os problemas ambientais que acontecem em lixões, como contaminação do solo, vazamento de chorume para rios próximos, não acontecem. O solo é impermeabilizado e é feito o tratamento adequado do lixo e do chorume.
Continue lendo esta reportagem clicando aqui
Casa de alto padrão pode ser montada em 10 dias
25/08/2026
Secas mais longas podem ameaçar segurança hídrica de Rio e São Paulo, aponta estudo
25/08/2026
Prefeitura de SP ainda não regulamentou lei contra plásticos descartáveis
25/08/2026
Vírus letal reduz em 83% população de pererecas em reserva da mata atlântica
25/08/2026
Câmeras flagram animais em recuperação do cerrado
25/08/2026
Espalhadas pelo ar, partículas de isopor se acumulam em ruas e piscinas de região de Fortaleza
25/08/2026
