
12/07/2012
A tecnologia para previsão do tempo pode, também, ser usada na observação de aerossóis - liberados por queimadas e indústrias e que, além de contribuírem para a formação de tempestades, causam danos à saúde pública. A proposta será levada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) ao Programa Europeu de Cooperação em Ciência e Tecnologia (Cost, na sigla em inglês), que reúne instituições de pesquisa de países daquele continente.
O modelo brasileiro, criado pelo Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Inpe, é o primeiro do Hemisfério Sul a ser convidado para o Cost, que também convida com grupos dos Estados Unidos e Israel. Apesar da amplitude dos estudos conduzidos no órgão europeu, os aerossóis permanecem pouco analisados por seus pesquisadores.
"São produtos ainda muito relacionados às grandes queimadas, um problema mais presente nas florestas da América do Sul e da África do que nos países desenvolvidos", avalia Saulo Freitas, coordenador do Grupo de Modelagem da Atmosfera e Interfaces, autor do modelo que o Inpe apresentará na Europa. "Os aerossóis são partículas em suspensão que, uma vez liberadas, servem como semente para formação de nuvens. Quanto maior for o desmatamento no campo ou a emissão de gases-estufa numa cidade, maior, portanto, a possibilidade de tempestades".
Saiba mais clicando aqui
Casa de alto padrão pode ser montada em 10 dias
25/08/2026
Secas mais longas podem ameaçar segurança hídrica de Rio e São Paulo, aponta estudo
25/08/2026
Prefeitura de SP ainda não regulamentou lei contra plásticos descartáveis
25/08/2026
Vírus letal reduz em 83% população de pererecas em reserva da mata atlântica
25/08/2026
Câmeras flagram animais em recuperação do cerrado
25/08/2026
Espalhadas pelo ar, partículas de isopor se acumulam em ruas e piscinas de região de Fortaleza
25/08/2026
