
29/01/2026
Nove em cada 10 brasileiros (89%) concordam que a educação sobre o oceano deve fazer parte do currículo escolar. No campo das políticas públicas, o Brasil conta com a Política Nacional de Educação Ambiental Escolar (Pneae) e é pioneiro ao assumir um compromisso formal para implementar o Currículo Azul, que inclui a cultura oceânica nas escolas públicas, que já conta com 679 “Escolas Azuis” em todos os estados.
O dado é do estudo “Oceano sem Mistérios: a relação dos brasileiros com o mar – evolução de cenários”, realizado pela Fundação Grupo Boticário em cooperação com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e o projeto Maré de Ciência, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
O apoio à inclusão do tema varia conforme escolaridade e território. Pessoas com ensino médio ou superior demonstram adesão entre 6% e 9% maior à proposta, em comparação a quem tem menor nível de escolaridade. Segundo o levantamento, quanto maior a compreensão sobre a importância do conhecimento, maior a valorização da educação das futuras gerações.
A proximidade com o mar também influencia os resultados. Moradores de municípios localizados até 150 quilômetros do litoral apoiam cerca de 5% a mais a educação oceânica. A vivência com o oceano, aponta a pesquisa, reforça a percepção sobre a necessidade de aprendizado relacionado ao tema.
O estudo investigou ainda quais estratégias são consideradas mais eficazes para aproximar estudantes do oceano.
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