
09/04/2026
A Heineken acaba de anunciar um novo marco em seu Programa Heineken Energia Verde ao viabilizar o acesso do edifício Pietro do Museu de Arte de São Paulo (MASP) à energia renovável. A iniciativa posiciona o projeto como um case relevante de transição energética no setor cultural.
Com a adesão ao programa, o novo edifício do MASP passa a operar com energia de fontes renováveis, reduzindo a pegada de carbono e contribuindo diretamente para um modelo energético mais limpo e eficiente.
Inaugurado em março de 2025, o Edifício Pietro Maria Bardi aumenta a capacidade expositiva do MASP com a inclusão de 14 andares e 7.821 m². O projeto inclui uma passagem subterrânea que conecta ambos edifícios.
O Heineken Energia Verde é uma das maiores plataformas de energia renovável, criada para ampliar o acesso à energia limpa no Brasil. O programa conecta consumidores – incluindo pessoas físicas, bares, restaurantes e grandes instituições – ao Mercado Livre de Energia, permitindo a escolha de fornecedores que utilizam fontes renováveis.
Resultado da parceria com as distribuidoras Raízen e Ultragaz, a iniciativa facilita o acesso à energia verde (energia renovável) e gera benefícios como:
🍺 Redução na conta de luz (até 20% para consumidores residenciais)
🍺 Economia de até 40% para bares e restaurantes
🍺 Maior previsibilidade de custos
🍺 Rastreabilidade da origem da energia
Na prática, o Mercado Livre de Energia permite que empresas e instituições escolham de quem comprar energia, priorizando fontes limpas e contratos mais competitivos.
Ao integrar o MASP ao programa, a Heineken amplia o impacto da iniciativa em grandes consumidores. Segundo Carolina Rossetti, diretora de relações institucionais do museu, a mudança representa um avanço importante.
“Além de ampliarmos uma prática que o museu já adota desde 2016 em seu edifício histórico, a parceria com a Heineken permite mais um passo importante: fazer a transição para o Mercado Livre de Energia, nos dando mais autonomia na escolha das fontes, rastreabilidade e maior previsibilidade de custos”, afirma Carolina.
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