
25/09/2012
Como prospectar, tirar, transportar e transformar o petróleo do pré-sal em combustível? E como fazer tudo isso gastando menos e eliminando riscos de acidentes ambientais? Vinte e uma empresas grandes, pequenas e médias do setor de petróleo e gás estão pagando meio bilhão de reais para ter respostas a essas questões.
É o quanto estão aplicando no Parque Tecnológico do Rio de Janeiro para Montar seus centros de pesquisa e desenvolvimento (P&D) na maior iniciativa do gênero no País. Instalado desde 2003 dentro do campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na Ilha do Fundão, o Parque Tecnológico do Rio ocupa uma área de 350 mil metros quadrados e abriga, além das empresas, seis laboratórios e centros de pesquisa privados e públicos.
Celeiro de cientistas, professores, doutores e mestres, acolhe hoje cerca de mil profissionais e estima-se que, até 2014, contará com 5 mil. Eles estão trabalhando em temas como sísmica, captura de gás carbônico, engenharia naval e outros voltados para maximizar a produção e minimizar riscos no negócio da exploração de petróleo e gás.
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