
15/01/2013
O objetivo é que até o final de 2013 todo o planejamento de ações, calendários e estratégias estejam acordados em um documento comum.
A iniciativa foi provocada pela ausência de acordo entre os países desenvolvidos em relação aos financiamentos de ações sustentáveis.
Em junho, durante a Rio+20, quando ficou clara a resistência dos países desenvolvidos em aportar recursos para promover um novo modelo de desenvolvimento sustentável para o mundo, houve o acordo entre os países em desenvolvimento para buscar uma alternativa. Na Rio+20, os representantes de economias desenvolvidas justificaram que a crise econômica internacional os impedia de assumir compromissos financeiros, pois o cenário futuro era considerado incerto.
Reação semelhante dos países desenvolvidos foi repetida durante uma série de negociações específicas das Nações Unidas, como a Conferência sobre Mudanças Climáticas, a COP18, que ocorreu em Doha, no Catar. Pela Convenção sobre Mudança do Clima, os países desenvolvidos têm a obrigação de financiar ações de adaptação aos efeitos extremos das mudanças climáticas e de redução das emissões de gases de efeito estufa em países em desenvolvimento.
Os recursos oriundos de financiamentos são necessários especialmente no caso de nações pobres, consideradas regiões mais vulneráveis aos efeitos dos desastres naturais ocasionados pela mudança climática no mundo.
Fonte: Eco Reserva
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