
07/05/2013
Cientistas da Universidade de Manchester mostraram que as emissões naturais e humanas de poluentes podem ter um efeito inesperado de esfriamento do clima da Terra por deixar as nuvens mais brilhosas.
Nuvens são feitas de gotículas de água condensadas sobre pequenas partículas em suspensão no ar. Quando o ar fica úmido o suficiente, as partículas se incham nas gotículas da nuvem. E quanto maior e mais numerosas são as partículas, mais brilho as nuvens têm em sua parte de cima. Quanto mais brilhosas, mais refletem de volta ao espaço parte da luz do Sol. Um grande desafio para a ciência do clima é entender e quantificar esses efeitos, que têm um grande impacto em regiões poluídas.
As partículas minúsculas podem ser naturais (por exemplo, as vindas do mar) ou poluentes artificiais (de escapamentos de veículos ou de atividade industrial). Tais partículas muitas vezes contêm uma grande quantidade de material orgânico que, em temperaturas quentes, podem se apresentar como vapor (da mesma maneira que um perfume é líquido, mas dá um aroma quando evapora sobre a pele quente).
Mas os cientistas descobriram que, lá nas alturas das nuvens, as partículas orgânicas reagem de forma diferente. Não evaporam, como ocorreria com perfumes, mas preferem ficar em forma líquida e formar partículas cada vez maiores com a umidade do ar. As partículas orgânicas são, portanto, mais eficientes em aumentar o brilho das nuvens.
Saiba mais em O Globo
Cada gol na Libertadores será convertido em plantio de 3 árvores
25/08/2026
Como os ´químicos eternos´ impactam a sustentabilidade
25/08/2026
Boston prevê US$ 10 bilhões para conter inundações
24/08/2026
Declínio de espécies de aves é associado à expansão de energia solar na China, diz estudo
24/08/2026
Reuters lança “Monitor do Clima” com dados de qualquer lugar do mundo
25/08/2026
Como derretimento de gelo na Groenlândia faz baleias migrarem para áreas antes inacessíveis
25/08/2026
