
11/03/2014
Pelo menos R$ 1,3 bilhão referente a pagamentos de compensações ambientais está disponível nos Estados brasileiros para aplicação no manejo de unidades de conservação, mas somente 15,8% estão sendo executados. Essa é a conclusão de um estudo feito pela ONG The Nature Conservancy (TNC), que mapeou os valores junto aos próprios órgãos ambientais do País.
O levantamento, com base em formulários encaminhados aos órgãos ambientais e por meio de entrevistas com os responsáveis, observou que, apesar de a maior parte dos Estados já ter uma legislação específica sobre compensação ambiental, o nível de execução do recurso ainda é limitado.
"Em geral, vimos que poucos têm capacidade institucional e estrutura de governança. É um ponto recorrente a falta de orçamento e de pessoal. Mas mesmo os que têm isso não apresentam critérios claros ou transparência para o uso dos recursos", afirma Gustavo Pinheiro, um dos líderes do estudo e coordenador de Infraestrutura Inteligente da TNC.
Essa verba tem de ser paga no momento do licenciamento pelos mais diversos empreendimentos - como usinas, indústrias, abertura de rodovias, mineração, etc - para compensar possíveis danos ao ambiente causados por sua construção.
Pela lei que estabeleceu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc), em 2000, a quantia (definida em até 0,5% do valor do investimento) tem de ser aplicada nas unidades de conservação diretamente afetadas ou, quando não é o caso, em outras unidades.
Leia a matéria completa no Jornal da Ciência
Arraia ‘voa’ para fora da água e surpreende banhistas em praia de Niterói; veja vídeo
20/08/2026
MPF dá 30 dias para Cabo Frio limpar Praia Rasa e conter lançamento de esgoto
20/08/2026
Dezenas de jacarés formam ‘muralha’ em praia que surgiu durante seca no Pantanal; VÍDEO
20/08/2026
Brasil tem a 1ª “Área de Patrimônio da Vida Selvagem” terrestre do mundo
20/08/2026
O que diferencia os incêndios florestais do Brasil e os da Europa
20/08/2026
Hesperaloe pode substituir madeira na produção de papel
20/08/2026
