
04/11/2014
Além de comer qualquer coisa, reproduzir-se abundantemente e se adaptar com facilidade, eles se tornaram tão ubíquos e incômodos quanto ratos, embora sejam incomparavelmente mais belos e atraentes.
Quase três décadas após um peixe-leão venenoso ser avistado no oceano Atlântico, a espécie invadiu a costa leste dos EUA, propagando-se pela Flórida, pelo golfo do México, pelo Caribe e até por partes da América do Sul. Disseminando-se freneticamente desde 2005, os peixes-leão tornaram-se a espécie marinha invasora mais numerosa no mundo, afirmam cientistas.
Provenientes da confluência dos oceanos Pacífico e Índico, os invasores aqui chegam a medir 50 centímetros. Por onde passam, causam estragos em recifes delicados e provavelmente consomem cardumes de badejos e garoupas.
Por ora, não há como detê-los, dizem especialistas. Todavia, na esperança de desacelerá-los, biólogos marinhos e agências do governo estão intensificando os esforços para eliminá-los em áreas que abrigam recifes frágeis.
A Comissão de Conservação de Peixes e Animais Selvagens da Flórida proibiu a importação de peixes-leão e a criação dessa espécie, passos acertados para lidar com o problema, na opinião de especialistas. A comissão também liberou a pesca do peixe-leão e até lançou um aplicativo para as pessoas relatarem onde o viram.
Saiba mais na Folha de S. Paulo
Arraia ‘voa’ para fora da água e surpreende banhistas em praia de Niterói; veja vídeo
20/08/2026
MPF dá 30 dias para Cabo Frio limpar Praia Rasa e conter lançamento de esgoto
20/08/2026
Dezenas de jacarés formam ‘muralha’ em praia que surgiu durante seca no Pantanal; VÍDEO
20/08/2026
Brasil tem a 1ª “Área de Patrimônio da Vida Selvagem” terrestre do mundo
20/08/2026
O que diferencia os incêndios florestais do Brasil e os da Europa
20/08/2026
Hesperaloe pode substituir madeira na produção de papel
20/08/2026
