
02/03/2016
A maioria dos estudos climáticos prevê o que pode acontecer se a temperatura global subir 2° Celsius em relação à época pré-industrial, mas são grandes as chances de o planeta experimentar um aquecimento acima desse limite antes de 2100. As consequências seriam trágicas. No Basil, há risco de 30% de a temperatura subir mais de 4° Celsius ainda neste século, o que levaria a perdas nas áreas determinadas para o cultivo de produtos como feijão, arroz, milho e soja.
Para a saúde, o impacto não seria menos desastroso, aumentando os índices de mortalidade por doenças cardíacas e criando condições muito mais favoráveis para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor de doenças como dengue, zika e chicungunha.
Os dados fazem parte do estudo Riscos de Mudanças Climáticas no Brasil e Limites à Adaptação, apresentado nesta quarta-feira pelo Centro de Monitoramento de Alerta de Desastres Naturais (Cemadem) do Ministério da Ciência e Tecnologia em parceria com a Embaixada Britânica no Brasil. O coordenador da pesquisa, Carlos Nobre, que é climatologista e presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), afirma que o cenário desenhado, de 4ºC ou mais até 2100, é algo factível, embora seja pouco estudado:
- Trinta por cento não é uma probabilidade pequena. E, mesmo se fosse pequena, temos que considerar, pois os impactos podem ser muito grandes.
A matéria pode ser lida em aqui
Aranha-lobo ‘dá um passeio’ pelo Aterro do Cocotá, na Ilha do Governador
13/08/2026
Fotógrafo brasileiro registra eclipse total na Espanha e flagra coroa solar e ‘anel de diamante’; veja IMAGENS
13/08/2026
Nova espécie de planta é descoberta em fotografias de observação de aves no ES
13/08/2026
Saúde das baterias impulsiona economia circular dos carros elétricos
13/08/2026
Calçada da ´Fauna´: conheça espécie de animal vermelho que ganhou pegada eternizada em Gramado
13/08/2026
Brasil perdeu 14% da cobertura de vegetação nativa em 41 anos, aponta MapBiomas
13/08/2026
