UERJ UERJ Mapa do Portal Contatos
Menu
Home > Atualidades > Notícias
Método transforma garrafas de plástico em combustível

30/06/2016

Plásticos são fundamentais no dia a dia de uma sociedade moderna. Mas na forma de embalagens, sacolas e garrafas descartáveis, o material se tornou uma das piores pragas para o ambiente
Agora, um novo processo químico capaz de converter esse material em combustíveis líquidos e ceras úteis promete resolver parte do problema –infelizmente, algo ainda só capaz de uso disseminado a longo prazo.
De toda forma, a técnica abre caminho para dar um melhor fim a milhões de toneladas de plástico produzidos anualmente.
O artigo –liderado por Xiangqing Jia, do Instituto de Química Orgânica de Xangai, da Academia Chinesa de Ciências– que descreve a descoberta está publicado na revista científica americana "Science Advances".
"Poliolefinas, principalmente polietileno de alta densidade (HDPE), polietileno de baixa densidade (LDPE), polietileno linear de baixa densidade (LLDPE), e polipropileno (PP), constituem mais do que 60% do conteúdo total de plásticos de resíduos sólidos urbanos", dizem os autores.
Como é possível entender por esta citação algo exotérica, os plásticos envolvidos e o processo para degradá-los é altamente especializado, embora seja relativamente simples em termos de reações químicas.
O essencial da técnica é uma reação química conhecida como "metátese", na qual dois reagentes geram dois produtos.
A técnica de Jia e colegas foi abreviada como "CAM" e mistura compostos encontrados em plásticos, resultando na quebra de polietileno. Foram usados reagentes de baixo custo, como éter de petróleo, para impulsionar o processo da CAM. E o resultado demonstrou a possibilidade de conversão dos plásticos em combustíveis líquidos e ceras.
E tem uma grande vantagem: a técnica dispensa altas temperaturas, cujo uso tende a criar processos de reciclagem pouco sensatos em termos de uso de energia e de custo. Processos assim foram usados recentemente para quebrar o polietileno, mas sofreram com baixa eficiência de energia e falta de controle do produto, o que geralmente resulta em rejeitas indesejados como o gás metano.
"Com alta eficiência, condições de reação suaves e controle fino de produtos de degradação, este método apresenta vantagens distintas sobre processos tradicionais", concluem os autores.

Fonte: Folha de S. Paulo

Novidades

Aranha-lobo ‘dá um passeio’ pelo Aterro do Cocotá, na Ilha do Governador

13/08/2026

Uma aranha-lobo, também conhecida no Brasil como aranha-de-jardim ou aranha-de-grama, foi fotografad...

Fotógrafo brasileiro registra eclipse total na Espanha e flagra coroa solar e ‘anel de diamante’; veja IMAGENS

13/08/2026

O fotógrafo brasileiro Kiko Fairbairn registrou nesta quarta-feira (12), em Castrojeriz, na Espanha,...

Nova espécie de planta é descoberta em fotografias de observação de aves no ES

13/08/2026

Um pesquisador identificou uma nova planta por meio de fotos de pássaros registradas em uma reserva ...

Saúde das baterias impulsiona economia circular dos carros elétricos

13/08/2026

O crescimento acelerado dos veículos elétricos e híbridos no Brasil traz um novo desafio para a mobi...

Calçada da ´Fauna´: conheça espécie de animal vermelho que ganhou pegada eternizada em Gramado

13/08/2026

O mais novo "astro" da "Calçada da Fauna" atende pelo nome de guará-rubro. A pegada da ave foi regis...

Brasil perdeu 14% da cobertura de vegetação nativa em 41 anos, aponta MapBiomas

13/08/2026

A vegetação nativa ocupava 79% do território brasileiro em 1985. Quatro décadas depois, essa partici...