
17/01/2017
Eles são os donos do paraíso. Em cada baía, cada estuário de águas protegidas, da América Central até a baía norte de Florianópolis (SC), há grupos imensos de botos cinza. Eles são pequenos - têm menos de dois metros -, tímidos e ligeiros. Na baía de Ilha Grande, no Rio de Janeiro, são tantos que parece que nada, nunca, poderia ameaçá-los. Mas, não muito longe, na baía de Sepetiba, o boto está desaparecendo.
Botos mortos são encontrados com uma frequência assustadora. O número começou a subir em 2010, quando foram encontradas 32 carcaças. No ano passado, já foram 69 - um animal a cada cinco dias.
A reportagem pode ser vista no site do Fantástico
DiCaprio e Bezos investem US$ 200 milhões para salvar espécies
13/08/2026
O que é o Cinturão de Fogo do Pacífico em que está a Colômbia — e por que 90% dos terremotos do mundo ocorrem nesta região
13/08/2026
Como as cidades se tornaram aliadas das flores silvestres
13/08/2026
China aposta em inteligência artificial para prever o tempo à medida que eventos climáticos extremos se intensificam
13/08/2026
No Japão, defensores dos corais correm contra o tempo para salvá-los do calor
13/08/2026
Golfinhos são flagrados usando conchas como armadilha para caçar peixes
13/08/2026
