
02/03/2017
Após décadas de promessas, projetos e metas que nunca foram cumpridas, a despoluição da Baía de Guanabara esbarra agora na crise do estado. Obras do Programa de Saneamento Ambiental dos Municípios do Entorno da Baía (Psam), iniciadas em 2012, poderão ser paralisadas no dia 20 de março caso não entre em vigor o acordo que prevê socorro financeiro da União ao Rio. O Palácio Guanabara diz que aguarda o aval do Tesouro Nacional para estender por dois anos o prazo de vigência do contrato de financiamento do Psam, firmado com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Por sua vez, o órgão federal afirma que a difícil situação econômica do Rio impede a prorrogação.
O Tesouro informou que o estado pediu aprovação para o prolongamento do contrato com o BID em 19 de outubro do ano passado, mas a solicitação foi retirada de pauta “por causa do histórico de honras de garantia de financiamentos do Estado do Rio”.
Os investimentos previstos para o Psam chegam a US$ 639 milhões (R$ 1,96 bilhão), sendo US$ 451,9 milhões do BID e US$ 187,5 milhões de contrapartida do Rio. A menos de um mês do fim do contrato com o banco, o governo fluminense informou que foram gastos em obras US$ 82,2 milhões do financiamento e US$ 11,5 milhões da parte do estado — os dois valores, somados, representam apenas 15% do total estimado para o programa. As informações são do Tesouro Nacional.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
Fogo atinge duas áreas de preservação de Niterói em uma semana
11/08/2026
Bosque dos Salesianos é ameaçado pela especulação imobiliária
11/08/2026
Ventilação natural orienta projeto de casa em Brasília
11/08/2026
Natura amplia sistemas agroflorestais de dendê na Amazônia
11/08/2026
Petrobras escolhe empresa para créditos de carbono cujo sócio teve madeireira punida
11/08/2026
Para combater invasão de algas, Caribe aposta em barcos, barreiras e biocombustível
11/08/2026
