UERJ UERJ Mapa do Portal Contatos
Menu
Home > Atualidades > Notícias
PF, RF e Ibama deflagram operação para combater extração ilegal de madeira

18/07/2017

Na manhã desta quinta-feira (13), a Polícia Federal, Receita Federal e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deflagraram a "Operação Máfia da Tora" nos estados de Rondônia e Santa Catarina. Segundo a PF, o objetivo da operação é combater uma organização criminosa especializada em extração ilegal de madeiras em terras indígenas. Os suspeitos são investigados também por sonegação fiscal, falsidade ideológica, crimes ambientais e lavagem de dinheiro.
De acordo com a PF, as organizações criminosas agiam em Áreas de Preservação Permanente (APPs) localizadas em Nova Mamoré (RO) e no distrito de Vista Alegre do Abunã. A Receita Federal informou que o prejuízo aos cofres públicos pelo não recolhimentos de tributos federais pode chegar a quantia de R$ 6 milhões, segundo os cálculos efetuados.
Foram expedidos em Guajará-Mirim 31 mandados judiciais, sendo 15 de busca e apreensão, 10 de prisão preventiva, cinco de condução coercitiva, além de decretação de indisponibilidade de bens dos suspeitos investigados. Os mandados estão sendo cumpridos, em Nova Mamoré, Guajará-Mirim (RO), Porto Velho e Florianopólis (SC). A PF informou ainda que, além das prisões, buscas e apreensões, as madeireiras investigadas serão lacradas e terão as atividades interrompidas temporariamente.
Suspeitos investigados na Operação Máfia de Toras extraíam madeira irregulamente de terras indígenas e de Área de Preservação Permanente (Foto: Polícia Federal/Divulgação ) Suspeitos investigados na Operação Máfia de Toras extraíam madeira irregulamente de terras indígenas e de Área de Preservação Permanente (Foto: Polícia Federal/Divulgação )
Suspeitos investigados na Operação Máfia de Toras extraíam madeira irregulamente de terras indígenas e de Área de Preservação Permanente (Foto: Polícia Federal/Divulgação )
Conforme a PF, os suspeitos removiam madeiras das APPs para revenderem em Rondônia e demais estados do país. A PF informou ainda que os suspeitos haviam formado dois grupos que atuavam de maneiras parecidas.
Os suspeitos abriam empresas fictícias constituídas apenas documentalmente e sem atividade econômica. Ficou constatado ainda que as empresas foram criadas para dissimular a origem da madeira extraída ilegalmente por meio de fraude no sistema de Documento de Origem Florestal (DOF) e emissão de notas fiscais eletrônicas.

A matéria pode ser lida no G1

Novidades

Fogo atinge duas áreas de preservação de Niterói em uma semana

11/08/2026

Em pouco mais de uma semana, duas áreas de preservação ambiental da cidade foram atingidas por incên...

Bosque dos Salesianos é ameaçado pela especulação imobiliária

11/08/2026

Enquanto São Paulo recebe a Climate Week 2026 e se apresenta ao mundo como referência latino-america...

Ventilação natural orienta projeto de casa em Brasília

11/08/2026

O estúdio local Bloco Arquitetos concluiu uma casa em Brasília cercada por painéis de tijolos e ampl...

Natura amplia sistemas agroflorestais de dendê na Amazônia

11/08/2026

Mais de mil hectares, o equivalente a cerca de 1,4 mil campos de futebol. Essa é a área ocupada pela...

Petrobras escolhe empresa para créditos de carbono cujo sócio teve madeireira punida

11/08/2026

A Petrobras selecionou uma empresa para aquisição de créditos de carbono, gerados a partir de restau...

Para combater invasão de algas, Caribe aposta em barcos, barreiras e biocombustível

11/08/2026

Centenas de funcionários de hotéis mexicanos, operadores de tratores e militares especializados da M...