
01/08/2017
O meio ambiente deve fazer parte do desenvolvimento econômico. Esta é a principal mensagem do economista Carlos Eduardo Young, que estuda as receitas que as unidades de conservação podem trazer às cidades.
No Rio, por exemplo, investimentos em atrações no Parque Nacional da Tijuca fariam o turista aumentar sua estadia e, assim, injetariam mais de R$ 800 milhões na economia local. A cidade já é considerada um modelo em sua integração com a natureza.
Young destaca que a política voltada ao meio ambiente deve ser encarada no plano municipal, e não apenas como um projeto desenvolvido pelo governo federal. Para Young, um morador da Região Sudeste encara o desmatamento de 100 hectares do bioma como algo tão ou mais importante que 10 mil hectares da Amazônia, que é distante de sua realidade. Em ambos os locais, um problema se destaca: a falta de preparo para os eventos extremos, que, de acordo com as projeções climáticas, serão cada vez mais comuns e provocarão estragos crescentes para a infraestrutura e a população.
A entrevista pode ser lida em O Globo
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