
03/04/2018
O estado que leva rio no nome maltrata suas águas. Com a terceira maior população do país, o Rio de Janeiro está no topo do consumo per capita de água, reflexo da má gestão e da falta de manutenção na rede de abastecimento, das ligações clandestinas, bem como do mito da abundância e da água barata, que leva os fluminenses a não se preocuparem em poupar um bem cada vez mais escasso. Não bastasse o desperdício, a poluição dos recursos hídricos é disseminada: 48% dos trechos dos rios monitorados pelo Inea, o órgão ambiental estadual, são impróprios para o tratamento convencional. É tanta sujeira que metade da água captada para o sistema Guandu é usada para tratar esgoto. O resultado é que acabamos pagando mais caro pela água que chega a nossas torneiras.
Segundo dados do Ministério das Cidades, o consumo médio por habitante no Estado do Rio foi de 248,3 litros por dia em 2016, bem à frente do verificado nos dois estados mais populosos do país — São Paulo (166 litros) e Minas Gerais (155 litros) — e acima da média nacional, de 154 litros. A conta considera o volume de água consumido por pessoas e empresas dividido pelo número de habitantes do estado, que alcançou 16,7 milhões naquele ano. Também inclui a água distribuída por rede a esses consumidores, excluindo as captações diretas nos rios por indústrias, por exemplo.
A matéria pode ser lida na íntegra em O Globo
VÍDEO: baleia franca e filhote ´dançam´ em flagra de fotógrafo no Arpoador
06/08/2026
Após ´alerta severo´ da Defesa Civil, entenda se ciclone bomba pode atingir o Rio
06/08/2026
Especialistas indígenas preservam abelhas nativas sem ferrão em SP e fazem alerta
06/08/2026
Turismo de avistamento de baleias tem regras, e especialistas defendem melhor fiscalização
06/08/2026
Baleia-jubarte passa debaixo de caiaque e surpreende grupo no ES: ´Achei que ia me derrubar´, diz instrutor; assista VÍDEO
06/08/2026
Embalagem flexível é principal rejeito em cooperativas de reciclagem
06/08/2026
