
05/04/2018
Um dos maiores legados olímpicos, a Orla Conde — rebatizada por cariocas de Boulevard Olímpico — ultimamente vem convivendo com o fantasma da decadência que assombrou a região da Praça Mauá por tantos anos. Passados menos de dois anos da inauguração das obras, quem circula a pé, de bicicleta ou skate pelos 3,5 quilômetros do cartão-postal encontra pelo caminho buracos, placas de piso soltas e quebradas, mobiliário urbano danificado e áreas tomadas por moradores de rua.
O pior cenário é visto na região da Praça Quinze, onde há crateras na pista de rolamento, junto à Baía de Guanabara, e três bancos de madeira foram quebrados nos últimos meses.
Segundo a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp), a manutenção do boulevard também é responsabilidade da prefeitura, porque a administração do território da Orla Conde foi “dividida”. O trecho entre a Praça da Candelária e a Praça da Misericórdia deve ser cuidado pela Secretaria municipal de Conservação e Meio Ambiente (Seconserma), enquanto a área que vai da Praça da Candelária até a Avenida Rodrigues Alves (incluindo a Praça Mauá) dever ser fiscalizada pelas equipes da própria Cdurp.
A matéria na íntegra pode ser lida em O Globo
VÍDEO: baleia franca e filhote ´dançam´ em flagra de fotógrafo no Arpoador
06/08/2026
Após ´alerta severo´ da Defesa Civil, entenda se ciclone bomba pode atingir o Rio
06/08/2026
Especialistas indígenas preservam abelhas nativas sem ferrão em SP e fazem alerta
06/08/2026
Turismo de avistamento de baleias tem regras, e especialistas defendem melhor fiscalização
06/08/2026
Baleia-jubarte passa debaixo de caiaque e surpreende grupo no ES: ´Achei que ia me derrubar´, diz instrutor; assista VÍDEO
06/08/2026
Embalagem flexível é principal rejeito em cooperativas de reciclagem
06/08/2026
