
20/12/2018
Já há algum tempo, cientistas do mundo todo têm chamado a atenção para o impacto das mudanças climáticas no meio ambiente.
Em novembro, um relatório publicado pela revista científica britânica The Lancet fez um alerta para as graves consequências das ondas de calor também para a saúde humana.
O dossiê, chamado The Lancet Countdown: Tracking Progress on Health and Climate Change (Contagem regressiva: Saúde e Mudanças Climáticas, Acompanhando a Evolução), é publicado anualmente desde 2016.
A publicação cita problemas gerados pelo aumento das temperaturas como o estresse por calor, insuficiência cardíaca e lesão renal aguda por desidratação.
Afirma ainda que, no ano passado, cerca de 157 milhões de pessoas em todo o mundo estiveram em situação de vulnerabilidade por conta das ondas de calor, um aumento de 18 milhões de indivíduos em relação a 2016.
E, em média, cada pessoa foi exposta de 1 a 4 dias adicionais de ondas de calor entre 2000 e 2017, comparado com a base 1986-2005.
São problemas que se pronunciam também no Brasil com a proximidade do verão, cujo início oficial será em 21 de dezembro – embora ele pareça já ter começado em muitos lugares do país, que já sofrem com o calor extremo.
Leia a matéria na íntegra no G1
Erosão na Praia da Macumba: abaixo-assinado pede solução definitiva
04/08/2026
Busca por imóveis com certificação sustentável cresce em Curitiba
04/08/2026
Cooperativa mineira gera renda para agricultores que preservam o cerrado
04/08/2026
Araras-vermelhas dão ´beijo´ em topo de árvore e encantam moradora de MS
04/08/2026
Ilha que recebeu navios de cruzeiros é esquecida após COP30
04/08/2026
Plástico retirado de rios amazônicos vira material para construção civil
04/08/2026
