UERJ UERJ Mapa do Portal Contatos
Menu
Home > Atualidades > Notícias
Como o aquecimento global pode multiplicar a população de ratos

03/01/2019

Os parisienses só voltarão às urnas para as eleições municipais em 2020, mas a presença de ratos na capital francesa já está pautando as candidaturas dos postulantes ao cargo de prefeito.
Uma pesquisa recente mostrou que 58% dos parisienses estão insatisfeitos com a administração de Anne Hidalgo e que apenas 29% votariam nela se as eleições acontecessem hoje – e a população de roedores da cidade é um dos problemas com os quais ela está lidando no seu cotidiano à frente da prefeitura.
Já na Nigéria, o presidente Muhammadu Buhari precisou trabalhar de casa durante várias semanas no ano passado, depois que ratos infestaram seu escritório.
Chicago, uma cidade americana associada a muitos símbolos, incluindo a música e os esportes, é hoje conhecida como a "capital dos ratos" dos Estados Unidos.
Na Indonésia, estima-se que as perdas anuais de colheitas de arroz decorrentes de danos causados por roedores estão na ordem de 17%.
Se isto é uma guerra, então os humanos estão perdendo. E as coisas estão fadadas a piorar: cientistas alertam que a urbanização crescente e o aquecimento global provocarão aumento nas populações de roedores em todo o mundo.
Os ratos não representam um risco apenas para carreiras políticas.
Eles espalham doenças, comprometem a segurança alimentar e causam estragos em estruturas criadas pelo homem. Um estudo da Universidade de Cornell, por exemplo, estima que estes animais causam prejuízos de US$ 19 bilhões (cerca de R$ 74 bilhões) todos os anos nos Estados Unidos.
Sobre as populações humanas, a estimativa das Nações Unidas aponta que, até 2050, quase 70% das pessoas em todo o mundo viverão em cidades – acima dos atuais 55%.
Mais pessoas e mais prédios nas cidades significam mais comida e abrigo para os ratos, que há milhares de anos têm vivido bem perto dos seres humanos para aproveitar o que deixam para trás.
Uma espécie, mais do que qualquer outra, representa um grande problema: o Rattus norvegicus, conhecido como ratazana ou rato-castanho, um dos tipos mais comuns.
Temperaturas mais altas levarão a ciclos reprodutivos mais longos – ou seja, com o nascimento de mais filhotes -, o que não pode ser menosprezado no caso do roedor. De acordo com especialistas, um casal de ratos pode criar um ninho com 1.250 indivíduos em apenas 12 meses.

A matéria completa pode ser lida no G1

Novidades

Erosão na Praia da Macumba: abaixo-assinado pede solução definitiva

04/08/2026

As marcas deixadas pelas ressacas na Praia da Macumba já fazem parte da paisagem do Recreio dos Band...

Busca por imóveis com certificação sustentável cresce em Curitiba

04/08/2026

Em 2022, o U.S. Green Building Council, o principal órgão certificador de edifícios sustentáveis do ...

Cooperativa mineira gera renda para agricultores que preservam o cerrado

04/08/2026

A conservação do cerrado, bioma pressionado pelo desmatamento, depende de remunerar as comunidades q...

Araras-vermelhas dão ´beijo´ em topo de árvore e encantam moradora de MS

04/08/2026

Um casal de araras-vermelhas foi flagrado em um momento de interação no topo de uma árvore em Camapu...

Ilha que recebeu navios de cruzeiros é esquecida após COP30

04/08/2026

Oito meses após a realização da COP30, em Belém, moradores e comerciantes do distrito de Outeiro diz...

Plástico retirado de rios amazônicos vira material para construção civil

04/08/2026

Garrafas PET, embalagens e outros resíduos plásticos retirados de rios amazônicos ganharam um novo d...