
12/02/2019
O governo de Minas Gerais autorizou , em dezembro de 2018, a expansão da barragem da Vale em Brumadinho (MG), que se rompeu no início do ano. Além da mina Córrego do Feijão, que foi abaixo, o projeto previa o aumento de atividades na barragem de Jangada, no mesmo complexo.
No pedido de licenciamento encaminhado pela mineradora, havia intervenções que contrariavam um relatório de julho de 2018 da consultoria Tüv Süd, contratada pela Vale.
O documento recomendava ações como evitar o tráfego de veículos pesados e impedir detonações ao redor da mina, para não comprometer a estabilidade. O projeto apresentado, no entanto, previa o uso de explosivos e o tráfego de caminhões.
A Secretaria Estadual do Ambiente disse que a Vale apresentou um laudo técnico afirmando que as obras não causariam impactos na segurança das barragens. O órgão disse ainda que sua função é fazer uma análise socioambiental e que a responsabilidade por fiscalizar a estabilidade das estruturas é da Agência Nacional de Mineração (ANM).
A Vale afirmou que as atividades licenciadas não chegaram a ser implementadas e, portanto, não havia obras quando a estrutura se rompeu. A empresa voltou a afirmar que relatórios sustentavam a estabilidade da mina Córrego do Feijão.
Fonte: O Globo
Erosão na Praia da Macumba: abaixo-assinado pede solução definitiva
04/08/2026
Busca por imóveis com certificação sustentável cresce em Curitiba
04/08/2026
Cooperativa mineira gera renda para agricultores que preservam o cerrado
04/08/2026
Araras-vermelhas dão ´beijo´ em topo de árvore e encantam moradora de MS
04/08/2026
Ilha que recebeu navios de cruzeiros é esquecida após COP30
04/08/2026
Plástico retirado de rios amazônicos vira material para construção civil
04/08/2026
