
04/04/2019
Uma dívida de R$ 72 milhões coloca em risco o sistema de coleta e tratamento do lixo do município do Rio. A Ciclus, concessionária responsável pela operação do Aterro Sanitário de Seropédica, informou que reduziu a partir de hoje a frota de transporte de resíduos para o local por não ter como arcar com o combustível. Segundo a empresa, há repasses atrasados da prefeitura do Rio para a empresa desde 2017. Caso a inadimplência continue por mais alguns dias, acrescenta a companhia, haverá "comprometimento sério" na operação do aterro sanitário, responsável pelo lixo de, aproximadamente, 10 milhões de habitantes da cidade do Rio e de outros quatro municípios.
Atualmente, a empresa que opera o aterro conta com cerca de 100 carretas que faz o transporte entre as estações de transferência, no Rio, e a CTR (Centro de Tratamento de Resíduos) de Seropédica. O GLOBO apurou que, no momento, cerca de 70% dessa frota responsável pelo transporte de resíduos está parada. No município do Rio, após a coleta domiciliar, a Comlurb encaminha os resíduos para as cinco estações de transferência existentes no município (Caju, Marechal hermes, Bangu, Santa Cruz e Jacarepaguá).
"A situação é, portanto, gravíssima e insustentável.
A matéria completa pode ser lida em O Globo
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