
30/04/2019
As pandemias globais que causam impacto nos suprimentos de comida são especialmente assustadoras.
A mais recente ameaça vem da febre suína africana, um vírus altamente contagioso, sem cura conhecida, e com uma taxa de sobrevivência quase nula para os porcos infectados.
A boa notícia é que a doença (ainda) não é prejudicial à saúde humana. A má notícia é que isso provavelmente trará um prejuízo para o seu bolso.
O epicentro da atual crise é a China, maior produtora e consumidora de carne suína do mundo. O país é responsável por mais da metade da população global de porcos.
A China está lutando para conter a doença, que se espalhou para todas as partes do país desde agosto do ano passado.
Após meses afirmando que a situação estava sob controle, Pequim agora alerta que os preços da carne suína na China poderão subir mais de 70% no segundo semestre deste ano.
Isso, por sua vez, teria um impacto negativo sobre a economia chinesa, uma vez que os preços da carne suína contribuem de forma importante para seus níveis de inflação.
Dados oficiais divulgados na semana passada reforçam a gravidade da situação. O Departamento Nacional de Estatística diz que a população de porcos do país caiu em quase 40 milhões, para 375,3 milhões, em relação ao ano anterior, devido ao surto de febre suína.
A matéria completa pode ser lida no G1
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