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Zoológico do Rio fecha mas volta renovado em 2020

10/12/2019

O Zoológico do Rio, um dos mais antigos do país, fechou para a visitação pelos próximos meses, desde de sábado, dia 30, até que a primeira etapa das obras seja concluída. As obras começaram em junho do ano passado, com a simbólica demolição do recinto de aves aquáticas, espaço de cerca de 200m2. As obras do RioZoo vão transformar radicalmente o antigo zoológico e o transformarão em um bioparque.
A medida visa garantir a segurança dos visitantes enquanto grandes intervenções são feitas numa área de mais de 100 mil metros quadrados. Quando ficar pronto, o Zoológico do Rio será um novo marco para o turismo de natureza da cidade, com importantes projetos de Educação, Pesquisa e Conservação, a exemplo dos que são promovidos pelo AquaRio, outro ativo administrado pelo Grupo Cataratas.
“Nesse momento, precisamos garantir a segurança dos visitantes. Temos uma obra grande e desafiadora que requer muita cautela, por isso, vamos encerrar a visitação momentaneamente para num futuro bem próximo devolver à população um zoo de padrão internacional”, declara Fernando Menezes, diretor do parque.
O Zoológico do Rio se tornará um Centro de Pesquisas em vida animal de padrão internacional e ganhará um Plano de População, que tem por objetivo servir de banco genético de espécies, projetos de conservação e refaunação (futura devolução de espécies aos seus habitats de origem), inserindo-o
num seleto grupo de instituições internacionais que terão protagonismo na “Década da Restauração” (2021 – 2030).
Com conclusão das obras da primeira etapa prevista para o primeiro trimestre de 2020, o parque reabrirá parcialmente, proporcionando uma experiência imersiva e inédita nos ambientes Aventura Selvagem, das Aves e na Fazendinha para, posteriormente, reabrir os demais espaços.
No projeto inicial, o passeio pelo Zoológico do Rio começaria pela Biosfera das Aves, um grande viveiro com cerca de três mil metros quadrados, que reunirá mais de 100 espécies, divididas em três biomas: Mata Atlântica, Pantanal e Psitacídeos. Para os visitantes mais aventureiros, haverá também a opção de um circuito de arvorismo.
A Fazendinha continuará sendo um local de educação, onde as crianças terão contato próximo com os animais. É lá que se aprende de onde vem o leite e os ovos que fazem parte da alimentação da garotada, sempre com acompanhamento da equipe de monitoria do Zoo e uma estrutura ainda maior.
Na área de savana, que substituirá a atual Passarela da Fauna, o público poderá participar de um safári cujo percurso é feito em um rio artificial com 400 metros de extensão percorrido por barcos. Esse bioma terá espécies como zebras, gnus e girafas — que poderão ser alimentadas pelos visitantes.

Fonte: Diário do Rio

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