
16/01/2020
Amplas áreas da Austrália foram devastadas pelos piores incêndios que o país viveu em décadas.
Chamas gigantes destruíram árvores, florestas e parques nacionais.
Temperaturas recordes e meses de seca ajudaram a propagar o fogo, que atingiu cerca de 10 milhões de hectares (100.000 km²) desde o início de julho. As condições climáticas melhoraram no fim de semana, dando aos bombeiros um respiro.
Mas autoridades dizem que grandes incêndios vão persistir até que venham chuvas em grande volume. Temperaturas elevadas são esperadas para a próxima semana e ainda há riscos de propagação de queimadas.
Enquanto isso, milhares de bombeiros, militares e voluntários ainda lutam contra o fogo.
Cidades inteiras foram devoradas pelas chamas e moradores de diferentes Estados australianos perderam suas casas. Pelo menos 28 pessoas morreram.
Autoridades estaduais e federais têm trabalhado em conjunto para conter a propagação das chamas. Certos focos foram contidos em poucos dias, mas muitos continuam ativos há meses.
O que está sendo feito para conter os incêndios? Será que algo poderia ter sido feito para prevenir esse desastre?
Pelo menos 3,7 mil bombeiros integram os esforços de combate aos incêndios. A maioria está nos Estados de New South Wales e Victoria, os mais afetados.
No período de maior concentração de focos de incêndio, 2,7 mil bombeiros atuaram só em New South Wales.
Ben Shepherd, do serviço de bombeiros desse Estado, disse que seus colegas lidaram com 4,2 milhões de hectares de terras queimadas desde julho do ano passado, quando o normal seriam 300 mil hectares nessa temporada de poucas chuvas.
"Tem sido uma temporada incrivelmente longa", disse.
Equipes de bombeiros de todo o país se juntaram aos 3 mil militares do Exército, Marinha e Aeronáutica que estão apoiando as buscas, resgates e esforço de limpeza das áreas afetadas.
A matéria completa pode ser lida no G1
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