
21/07/2020
O Pantanal de Mato Grosso do Sul sofre com um ano de queimadas. Apenas do início de 2020 até o último domingo (19), foram registrados 3.179 focos de incêndio no bioma do estado, o maior número já mapeado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) no período desde 1998, ano em que o monitoramento começou a ser realizado.
O número registrado apenas nestes sete meses já é maior do que o monitorado em todo o ano de 2018, por exemplo, quando 1.691 focos tiveram de ser combatidos no Pantanal sul-mato-grossense. Recordista em queimadas no Brasil, o município de Corumbá, na divisa de Mato Grosso do Sul com a Bolívia, sofre com a fumaça dos incêndios ao redor da área urbana. Apenas nas últimas 48 horas, foram 146 novos focos registrados pelo INPE, com mais de 7 mil hectares consumidos pelas chamas.
Segundo o Corpo de Bombeiros, algumas queimadas são criminosas e outras surgem por conta de fatores climáticos. A grande dificuldade do trabalho dos bombeiros é que, apesar de visíveis, alguns dos focos ficam em área de difícil acesso ou em locais bem distantes, em que é necessário utilizar barcos e ainda percorrer parte do trajeto a pé, para o combate.
Só até o último domingo, o INPE registrou mais de 2218 focos de queimadas neste ano no município de Corumbá, 1.757 a mais do que Poconé (MT), a segunda cidade com mais focos listada pelo Instituto. De acordo com o Corpo de Bombeiros, são realizados levantamentos logísticos e de estratégia periodicamente para o combate das queimadas no município.
Fonte: G1
Onças, gatos-do-mato e até filhotes roubam a cena em monitoramento no Parque Nacional de Itatiaia; vídeo
28/07/2026
O que é biodiversidade?
28/07/2026
Fazendeiro é condenado a recuperar área desmatada e pagar R$ 11,9 mil por danos ambientais em MG
28/07/2026
Protect Paradise já reciclou 7,5 toneladas de plástico em Noronha
28/07/2026
Mais de 80% das áreas protegidas da Amazônia tiveram desmatamento zero
28/07/2026
Número de espécies exóticas de moluscos no Brasil aumenta 215% em 15 anos
28/07/2026
