
20/10/2020
Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) deu início a uma operação ontem dia 14/10 no Zoológico do Rio, um dia após uma vistoria de membros da CPI da Câmara de Vereadores do Rio, que foram apurar denúncias de maus-tratos aos animais.
A transformação do Zoológico do Rio de Janeiro em um bioparque está atrasada. Os animais vivem em um canteiro de obras no meio de tapumes, serras elétricas e máquinas.
A Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara de Vereadores apura irregularidades nas obras, como o desconforto nos bichos e desaparecimento de espécies.
Apenas 30% da reforma foram concluídos, incluindo o viveiro das aves, que representa uma das características do bioparque: mais espaço e liberdade para os animais.
A obra tinha previsão de término para junho deste ano, mas atrasou por causa da pandemia do novo coronavírus, segundo o Grupo Cataratas, que tem a concessão da Rio Zoo. A nova previsão é que o local seja aberto ao público no primeiro semestre de 2021.
As mudanças no espaço, iniciadas em dezembro de 2018, provocaram barulho e os bichos tiveram que conviver a poeira.
As jaulas de animais como leão e tigre estão perto da rua onde passam os tratores, que trabalham cerca de 8 horas por dia. Especialistas ficaram preocupados devido ao estresse que o ruído pode causar aos animais. O elefante também passou a conviver com o barulho das máquinas.
Leia a matéria na íntegra no G1
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