
07/03/2023
Vivemos como nunca antes um distanciamento entre homem e natureza, e sua consequente ruptura com processos de vida. Até 2050, segundo dados da ONU, 66% da população mundial se concentrará em centros urbanos. No Brasil este percentual já chegou a 84%. Esse afastamento faz com que vivamos como se não fizéssemos parte da natureza, como se dela não dependesse nossa sobrevivência. Não nos reconhecemos mais como parte de um ciclo contínuo e interdependente de vida.
Enfrentamos uma crise civilizacional generalizada e sem precedentes com o esgotamento do planeta, devido ao estilo de vida incompatível com a exploração dos recursos naturais finitos, com demandas cada vez maiores de bens de consumo, excesso de produção de resíduos, poluição do ar, dos rios, mares e envenenamento do solo.
Precisamos refletir à cerca do impacto que nós, seres humanos, temos causado a este organismo vivo que é a Terra. Temos que repensar nossa maneira de ser e estar no mundo. O que acontecerá ao planeta se continuarmos consumindo e explorando seus recursos? Será possível sobrevivermos às mudanças climáticas? O que acontecerá com a humanidade?
Em maio de 2021, por ocasião da ‘Conferência Mundial sobre a Educação para o Desenvolvimento Sustentável’, a UNESCO elaborou um relatório mostrando que a educação formal não tem preparado os alunos para atuarem em um mundo onde as mudanças climáticas e a perda da biodiversidade se apresentam como uma das maiores ameaças à vida humana.
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