UERJ UERJ Mapa do Portal Contatos
Menu
Home > Atualidades > Notícias
Com o auxílio da inteligência artificial, exposição mostra versões balneáveis da Lagoa e outras paisagens do Rio

03/07/2023

Com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial, a exposição "Lagoa Balneário", que estreia neste domingo (2), no Arpoador, vai mostrar versões de pontos do Rio inegavelmente lindos, mas que têm o acesso para as águas limitado pela poluição.
No catálogo estão a Lagoa - principal inspiradora do projeto - além de outras paisagens como a Baía de Guanabara com "bordas" de soluções arquitetônicas para as regiões inspiradas em ícones da arquitetura brasileira, como Oscar Niemeyer.
A ideia é que o público também passe a colaborar. "A ideia é que o público também possa fazer [mais imagens] e enviar para a gente para a gente", diz o arquiteto e urbanista Pedro Évora que organizou o projeto com Marcus Wagner e Mauro Viegas Neto.
Além das imagens geradas por IA, a exposição também tem um conteúdo técnico inspirado em estudos do engenheiro e progessor da Coppe Paulo Rosman, que é especialista no tema da lagoa desde a década de 90. Ele aponta o "estrangulamento" do canal do Jardim de Alah como um dos principais problemas na questão da poluição da lagoa, já que dificulta a troca da água do local com o mar.
"A gente se acostumou a ver as máquinas tirando a areia do canal e as dunas do Jardim de Alah. Eu não tenho lembrança de quando aquilo não esteve ali", observa Évora, acrescentando que a licitação anunciada pela Prefeitura para a privatização do Jardim de Alah deveria levar em conta a despoluição do local e a administração municipal deveria tentar resolver essa questão.
"Recentemente, a licitação anunciada pela Prefeitura para o Jardim de Alah trouxe a oportunidade de revermos essa questão. É de interesse público alargá-la para muito além do próprio Jardim, e, finalmente, tentar salvar a Lagoa", diz o texto de divulgação da exposição.
Évora também comenta as recentemente anunciadas melhoras na questão do lançamento de esgoto de construções - um biólogo que mergulhou no local observou melhora na fauna - não são suficientes para resolver de vez a poluição na Lagoa. Ele observa que, segundo vários estudos, a questão da poluição ali envolve ainda a topografia do fundo da lagoa, a dinâmica da vegetação e acúmulo do material orgânico e outras questões que só seriam solucionadas como maior troca de água com o oceano.
A partir das 15h, no Alalaô Kiosk, especialistas e outras pessoas interessadas na despoluição da Lagoa estarão no lançamento da mostra.

Veja o serviço da exposição no g1

Novidades

Dragão-de-komodo? Lagarto de grandes proporções é flagrado caminhando pela areia da Praia da Barra; veja vídeo

08/10/2026

Por alguns instantes, quem viu o animal ao vivo ou assistiu ao vídeo que relatava sua presença na Pr...

Jacareí vai plantar mil árvores com ajuda de moradores

08/10/2026

Mais de 1.000 plantios para embelezar e refrescar a cidade. É o que os moradores de Jacareí podem es...

País tem 30 milhões de crianças sob risco climático e El Niño forte pode agravar cenário, alerta Unicef

08/10/2026

Mais de 30 milhões de crianças estão expostas a dois ou mais riscos climáticos no Brasil, segundo an...

Seca e calor extremos do último El Niño antecipam ´novo normal´ nas florestas tropicais

08/10/2026

Cerca de 75% das áreas das florestas tropicais do mundo enfrentaram pelo menos seis meses de seca e ...

A embalagem flexível é vilã ou aliada da sustentabilidade?

08/10/2026

A leveza que torna o material eficiente na fábrica é a mesma que o faz perder valor na cooperativa. ...

Ambulância solar leva atendimento a áreas remotas do Quênia

08/10/2026

Em regiões rurais do Quênia, chegar a um hospital pode ser um desafio que começa muito antes de uma ...