
01/08/2024
Praias antes poluídas próprias para banho e retorno da vida marinha. Os sinais de primeiros resultados do processo de despoluição da Baía de Guanabara começaram a aparecer recentemente, 8 anos depois dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
Em especial sobre o legado olímpico, o g1 relembra o fracasso do projeto olímpico e o impacto do leilão da Cedae para o início do processo de recuperação da Baía de Guanabara. O objetivo dos investimentos é chegar a 90% da população com coleta e tratamento de esgoto até 2033, 17 anos depois do prazo olímpico.
A principal cartada do projeto olímpico brasileiro para convencer o Comitê Olímpico Internacional (COI) a colocar o Rio de Janeiro como sede dos jogos de 2016 era a transformação da cidade através do evento. E a despoluição da Baía de Guanabara seria o grande legado das Olimpíadas para os cariocas.
A meta proposta era despoluir pelo menos 80% da Baía de Guanabara. Contudo, esse número nunca foi alcançado, nem de perto. Na verdade, 5 anos depois dos Jogos do Rio, o g1 e o RJTV mostraram que a qualidade da água havia piorado e que as promessas nunca foram cumpridas.
O Programa de Despoluição da Baía da Guanabara (PDBG) foi lançado em 1994. Em 2009, quando o Rio foi escolhido como sede olímpica, o projeto original já tinha sido paralisado há dois anos. Na ocasião, o governo do estado teve problemas para construir a rede coletora de esgoto que ligaria moradias às novas estações de tratamento.
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