UERJ UERJ Mapa do Portal Contatos
Menu
Home > Atualidades > Notícias
Planície alagada em chamas, seca recorde e incêndios em SP: como o calor extremo afetou regiões do país

11/02/2025

O Brasil viveu sob extremos em 2024. Um levantamento exclusivo do g1 mostra que seis milhões de pessoas estiveram expostas a calor extremo no ano passado por um período de 150 dias. Mas o calor atingiu todo o país: todas as cidades brasileiras enfrentaram ao menos um dia com temperaturas máximas extremas.

🔴 O calor é uma consequência das mudanças climáticas, provocadas pela maior emissão de gases do efeito estufa. Com isso, o mundo inteiro está ficando mais quente, mas o que os especialistas alertam é que os países tropicais, já quentes, como o Brasil, serão os mais afetados.

E temperaturas extremas trazem consequências:

* Impulsionam o fogo durante os períodos de crise de incêndio, como vimos acontecer em São Paulo, no Pantanal e no Norte.
* Se transformam em combustível para a seca. O calor torna o solo ainda mais quente, intensificando o processo de evapotranspiração e fazendo desaparecer a pouca água existente.
* Aceleram o ciclo biológico do mosquito da dengue, favorecendo a propagação da doença.

E foi justamente esse o cenário que vimos em 2024, um ano de extremos para o país. Todas as regiões foram afetadas pelas altas temperaturas, cada uma de forma diferente. Leia abaixo:

🔥 No Norte, a maior bacia do mundo viu os rios secarem;
🔥 No Nordeste, o calor aumentou a crise de acesso à água e gera clima de deserto;
🔥 No Centro-Oeste, a maior planície alagável do mundo esteve em chamas e cidades ficaram meses sem chuva;
🔥 No Sudeste, São Paulo esteve em chamas e viu explodir os casos de dengue;
🔥 No Sul, o Rio Grande do Sul ficou embaixo d’água com chuva reforçada pelo calor nos oceanos.

➡️ O levantamento feito pelo g1 em parceria com o Centro Nacional de Monitoramento de Desastres (Cemaden) mostra que 111 cidades no país, em diferentes estados, passaram mais de 150 dias sob extremos de calor. Isso significa temperaturas que, muitas vezes, ultrapassaram os 40°C.

Conclua a leitura desta reportagem acessando o g1

Novidades

O mercado regenerativo corre o risco de repetir erros da sustentabilidade?

11/06/2026

Quando comecei a trabalhar com iniciativas ecológicas, há mais de uma década, a palavra da vez era t...

Calculadora converte resíduos agroindustriais em créditos de carbono

11/06/2026

Cascas de laranja, bagaço de maçã, pó de café, palha de cana-de-açúcar e sementes de açaí. Transform...

Caçador vira presa após cobra reagir a ataque e enforcar gavião em MS; veja cena rara

11/06/2026

Em uma estrada de terra no município de Jateí (MS), o pescador Rafael Gandine foi surpreendido por u...

Lagarto de Fernando de Noronha tem reprodução lenta e pode ficar mais vulnerável

11/06/2026

Quem visita o arquipélago de Fernando de Noronha, situado a cerca de 545 km da costa de Pernambuco, ...

Tatu-bola, mascote da Copa de 2014, ganha plano de conservação

11/06/2026

Quem se lembra do “Fuleco”? Mascote da Copa do Mundo de 2014, o personagem foi inspirado na espécie ...