
20/10/2015
O Comitê Rio-2016 anunciou que irá seguir a recomendação feita na última 6ªF pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e passará a fazer com maior periodicidade as análises de qualidade de água da Baía de Guanabara, local das provas de vela nas Olimpíadas. Atualmente, o monitoramento é feito de 15 em 15 dias.
Apesar de ter sido considerado um evento, no geral, positivo, a regata mundial Aquece Rio, em agosto na Marina da Glória, mereceu atenção, principalmente na questão da poluição. O comitê irá intensificar os testes e terá mais cuidado com a exposição dos atletas às condições das raias após as chuvas.
Devido ao acúmulo de lixo e também aos problemas ambientais, uma raia extra foi testada e aprovada para servir como alternativa durante o Aquece Rio. A raia será usada em casos extremos de poluição nas demais raias.
Durante o evento-teste de agosto, o atleta sul-coreano Wonwoo Cho passou mal e precisou de atendimento hospitalar.
Em boletim divulgado nesta sexta-feira, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou uma frequência maior de testes bacteriológicos nos locais nos quais serão realizados as provas aquáticas nos Jogos do Rio, mas não estabeleceu peridiodicidade. O comitê informou que irá aumentar progressivamente até os dias da competição.
A OMS não exige testes virais, porque considera a falta de padronização um obstáculo ao resultado mais correto possível.
Além da vela, a OMS exigiu maior atenção nos eventos na Lagoa (remo e canoagem) e Copacabana (maratona aquática). Na Lagoa, questões ambientais também receberão maior monitoramento no que diz respeito ao recolhimento e proliferação de algas.
A matéria completa pode ser lida em O Globo
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