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Cartilha infantil auxilia no combate a doenças transmitidas por mosquitos

06/11/2018

História em quadrinhos, espaço para colorir e outras brincadeiras. Assim foi pensada a cartilha para envolver as crianças no combate ao mosquito transmissor dos vírus da dengue, Zika e Chikungunya. A ideia partiu da necessidade de um material de apoio que acompanhasse as muitas visitas do Núcleo Operacional Sentinela de Mosquitos Vetores da Fundação Oswaldo Cruz (Nosmove/Fiocruz) às escolas e locais públicos para a divulgação, de uma forma lúdica, sobre doenças transmitidas por mosquitos.
Lançada em 2016 com o apoio do programa Jovem Cientista do Nosso Estado, a cartilha continua bastante solicitada, tanto na versão impressa quanto online (acesse aqui). “Estou muito feliz com essa repercussão. Nós não esperávamos tanto interesse", conta a idealizadora do projeto, Nildimar Honório, coordenadora do Nosmove. Pesquisadora titular do Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), ela destaca a importância do trabalho em equipe. “Muitas vezes temos uma linguagem mais acadêmica e o trabalho em conjunto permitiu a criação de uma equipe interdisciplinar, capaz de colocar o conteúdo especializado de forma atrativa para o público infantil”, diz Nildimar.
Os personagens Ana, Chico e João formam os Três Mosqueteiros empenhados no controle dos mosquitos Aedes e, a partir do diálogo entre esses amigos, as informações essenciais para a prevenção da dengue, Zika e Chikungunya são apresentadas. O texto explora o ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti para explicar a importância de não deixar água acumulada em vasos, caixa d´água descoberta, pneus e em outros criadouros potenciais. Pois, locais como esses são os preferidos das fêmeas do mosquito para depositarem seus ovos, que posteriormente evoluem para larvas e mosquitos adultos. Em linguagem adaptada para o público infantil, os personagens explicam que, para colocar seus ovos, a fêmea precisa se alimentar de sangue e, caso pique alguém infectado com um desses vírus, ela estará apta a transmiti-lo após alguns dias em uma nova picada.

A matéria completa pode ser lida no site da Faperj

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