
24/02/2022
Bioma que já ocupou mais de 1,3 milhão de quilômetros quadrados em 17 estados brasileiros, a Mata Atlântica tem hoje menos de 30% de sua área original restante. Debruçando-se principalmente ao longo da costa do País, é um dos biomas que mais sofre pressão devido à proximidade com os grandes centros urbanos e a consequente ocupação de suas áreas e atividades humanas. Responsável pela produção, regulação e abastecimento de água; sistematização e equilíbrio climáticos; proteção de encostas; fertilidade e proteção do solo; produção de alimentos, madeira, fibras, óleos e remédios; o bioma ainda é dotado de belíssimas paisagens, além de deter relevante patrimônio histórico e cultural.
“Pesquisas integradas com mamíferos na Mata Atlântica: estudos de caso com espécies endêmicas, ameaçadas e exóticas invasoras” é o título do projeto da bióloga Helena de Godoy Bergallo, professora do Departamento de Ecologia do Instituto de Biologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Em seu estudo sobre ecologia de comunidades, populações e história natural ela busca compreender os padrões de riqueza, composição, e abundância de espécies e ocupação do habitat pelos mamíferos nativos e exóticos, bem como suas interações com outros organismos como ectoparasitas e besouros rola-bostas em Unidades de Conservação (UCs) urbanas e rurais, por meio de pesquisas integradas.
A matéria na íntegra pode ser lida no site da Faperj
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