
22/09/2022
Uma operação que envolveu mais de 20 profissionais e uma viagem de mais de mil quilômetros está ajudando na reintrodução de um casal de antas – espécie que tem um papel ecológico fundamental para preservação das florestas e que estava extinta no estado do Rio de Janeiro até 2017.
Em uma ação conjunta entre a CTG Brasil, Ecologic, Instituto de Ação Socioambiental, Refauna e Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), um casal de antas que viviam no Centro de Conservação da Fauna Silvestre (CCFS) de Ilha Solteira, em São Paulo, será reintroduzido na natureza, mais precisamente na Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA), no Rio de Janeiro.
As antas viviam em Ilha Solteira desde 2011 e são as primeiras do centro de conservação reinseridas na natureza. O espaço possui ainda várias parcerias técnicas para a reintrodução de outras espécies ameaçadas de extinção, como os tamanduás-bandeira.
Antes de serem devolvidos à natureza, os animais passam por exames para verificar a presença de doenças específicas, recebem alimentação balanceada e são acompanhados por veterinários, biólogos e outros profissionais. Os tratamentos, quando necessários, incluem até ozonioterapia, técnica mais moderna no tratamento de ferimentos – a anta fêmea transportada de Ilha Solteira até a reserva ecológica no Rio, por exemplo, chegou como vítima de queimada e foi recuperada dentro do centro.
A matéria na íntegra pode ser lida no Ciclo Vivo
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