
12/06/2025
O alecrim promove benefícios para o fígado, já a erva-cidreira pode atuar para diminuir a pressão arterial, enquanto o guaco ajuda a combater tosse, asma e bronquite. Esses são apenas alguns exemplos do vasto potencial das plantas medicinais – saberes que, por muito tempo transmitidos oralmente, vem se perdendo e sendo subestimados frente aos medicamentos sintéticos. Na contramão desse processo, a cidade de Maricá, na região metropolitana do Rio de Janeiro, implantou uma “Farmácia Viva”: uma área que reúne mais de 50 espécies de plantas medicinais e aromáticas.
O espaço soma 4 mil metros quadrados, sendo localizado na Fazenda Nossa Senhora do Amparo, que pertence à Companhia de Desenvolvimento de Maricá (Codemar), ligada à prefeitura. A iniciativa integra-se ao projeto Farmacopeia Mari’ká, que tem a parceria da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), voltado para a pesquisa, desenvolvimento e produção de plantas medicinais, produtos naturais e fitoterápicos.
Segundo a Codemar, a Farmácia Viva tem o grande potencial de melhorar a saúde da população local por meio da indicação de uso de fitoterápicos, como chás e pomadas, na rede pública de saúde. Em feiras e palestras, produtos que não exigem receita médica já são distribuídos, como chás, xaropes de guaco e loções repelentes de citronela.
A matéria na íntegra pode ser lida no CicloVivo
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